Lixo nos Oceanos

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Um alerta a Humanidade, sobre os problemas que geramos no meio ambiente.


Você já imaginou, como seria a sua vida sem o plástico? Não, então tente imaginar!
Meu nome é Wesley, morro no jardim Iguatemi, em São Paulo, Capital e venho através deste informativo, apresentar um problema ambiental que acarreta muitos danos ao nosso lindo Planeta e aos nossos lindos ecossistemas aquáticos. Há algum tempo venho pesquisando sobre impactos ambientais e por vontade própria me interresei por um tipo de impacto negativo ao ambiente que é pouco discutido e que existem poucas providências, tomadas para diminuí-lo. Este impacto é quase maior do que o tamanho da Amazônia tem o tamanho dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Minas Gerais, estou falando de uma sopa, sopa? Como assim uma SOPA? Respondo uma sopa de plástico no Oceano Pacífico. No Oceano Pacífico existe um Grande acumulo de lixo, em sua maioria, Plásticos, proveniente de muitas fontes, entre elas o descarte inadequado de lixo. Descarte inadequado de lixo, pessoas que jogam embalagens plásticas, garrafinhas de bebidas e outros tipos de resíduos em locais inapropriados, como em ruas, praias e praças. Analisem estes exemplos:
De uma volta em seu bairro ou na Avenida mais próxima de sua residência e analise se tem lixo na rua, valetas ou se tem lixeiras. Depois quando for a alguma praia, observe se tem lixo na areia ou na água. Se houver analise se tem muito plástico. Você ira observar que tem sim e que a maioria é de origem plástica. Ai esta o começo de um grande impacto ambiental, a poluição marinha por resíduos sólidos.
A poluição marinha por resíduos sólidos tem sua origem no continente, quando pessoas sem informação acabam jogando lixo em locais inapropriados, não dando uma destinação correta a estes resíduos, então estes resíduos que iram parar em algum bueiro, rio, galeria e causando às vezes enchentes, pelo fato de impedir que a água da chuva chegue ao rio mais próximo e assim conseqüentemente, aparecem as enchentes. Muitos criticam a prefeitura, os vizinhos, o governo estadual e o governo federal, mais não tentam se auto- avaliar, avaliando até que ponto tem uma parte de culpa. Podemos dizer que, nem todos têm uma parte de culpa sobre este impacto que causamos no ambiente e se você já jogou sem querer e por falta de informação alguma garrafinha plástica, saquinho de salgadinho, sorvete ou outro tipo de resíduo, não faça mais isso, pois animais estão morrendo, o mundo esta ficando cada vez mais quente e os seres humanos cada vez mais com câncer.
O plástico destes resíduos no mar se decompõe e libera compostos químicos, que conseqüentemente acabamos ingerindo, ao se alimentar de peixes provenientes do mar, estes compostos podem causar câncer, segundo pesquisas científicas. Morrem anualmente mais de 100.000 mamíferos marinhos e 1.000.000 de aves marinhas e estes números podem ser ainda maiores, já que o numero de pesquisadores neste tipo de impacto é muito pequeno. Os grandes acúmulos de lixo nos ambientes marinhos interferem e adoece estes ambientes, pois diminui a quantidade de oxigênio dissolvido provocando alterações ruins para o ecossistema. Animais Marinhos acabam confundindo estes resíduos com alimentos e morrem por inanição, asfixia e até estrangulamento quando se enroscam nestes resíduos.
Para uma possível diminuição podemos divulgar estas informações de diferentes formas, com seus familiares, vizinhos, amigos, redes sociais e este blog.
Agradeço a sua colaboração e peço um favor simples, ajudem, divulguem este impacto, pois quem sabe assim poderemos contribuir para a diminuição deste problema... Obrigado...

Wesley Brito de Melo

População de Algum lugar de Santo André Prejudica os Ambientes Marinhos Constantemente

Incrível como a população de um determinado bairro de Santo André – SP tem mostrado não se preocupar com o meio ambiente. Este bairro possui um numero até pequeno de habitantes, mais a sujeira que alguns deixam nas ruas é incorformavel.
Em certo dia eu em algum lugar de Santo André, observei o volume de lixo na valeta, próximo ao bueiro, quase entrando no mesmo e que conseqüentemente iriam parar nos rios e depois no mar. Dai a origem dos lixões oceânicos, como o do Oceano Pacífico e poderia até gerar enchentes no local, como já ocorreu. Atitudes foram tomadas, alguns comerciantes até disponibilizaram cestos de lixo nas calçadas, mas muitas pessoas simplesmente jogam saquinhos de salgadinho e garrafinhas PET na rua. Falta de educação? Falta de informação? Não sei, pois não consigo entender o que passa na mente de um ser - humano que prefere jogar seu lixo ao lado do cesto de lixo e não nele.

Vejam estas imagens!








Obrigado, divulguem este blog...


Wesley Brito de Melo

Mais plástico do que plâncton nos mares

Segundo especialistas da ONU, a cada quilômetro quadrado do oceano, existem 18.000 pedaços de lixo plástico. Um perigo para o meio ambiente.

Todas as manhãs o mesmo ritual: ainda sonolento enfiar os pés nas pantufas, jogar o roupão de poliéster displicentemente por cima dos ombros, uma leve pressão sobre o tubo plástico de pasta de dente e, com a escova, limpá-los. Já nos primeiros minutos do dia, ele - o plástico - está presente em nossas vidas, sendo impossível nos imaginar sem o mesmo. Vivemos em um mundo plastificado, afirma o cineasta austríaco Wiener Boote, desenvolvendo a idéia em seu filme "Plastic Planet". O longa, sobre nosso dia-a-dia sintético e suas marcas deixadas no meio-ambiente, estreou na Alemanha no dia 25 de fevereiro deste ano.
Dentro de um período inferior a um século, os materiais plásticos (fabricados à partir do petróleo) ganharam o mundo consumista e, infelizmente, também a natureza. Em 1862, Brite Alexander Parkes criou o primeiro tecido em parte sintético, feito de celulose e nitrato. Em 1922, o químico alemão - e mais tarde ganhador do Prêmio Nobel - Hermann Staudinger descobriu materiais formados por cadeias de milhares de pequenas moléculas unidas umas às outras, chamando-as de Super Polímeros. Seu colega, mais jovem e norte-americano, Wallace Hume Carothers retomou a descoberta e criou materiais mais modernos, como o Nylon, Acrílico, Neoprene e Polietileno. Na década de 30 o caminho para a produção em massa estava livre, uma vez que o petróleo passou a ser produzido.
Hoje em dia, a indústria plástica gasta algo como 800 bilhões de euros para desenvolver, produzir e fabricar uma quantidade muito além da imaginação de bens encontrados em todas as partes do dia-a-dia, desde brinquedos de criança até decoração para túmulos. Mas os polímeros ficam no mundo por muitas centenas de anos - um tempo bem maior do que o utilização inicial do produto pelo ser humano. E assim, o material que permite a fabricação de praticamente tudo, torna-se um vilão, poluindo paisagens e oceanos.
Isso acontece, principalmente, devido aos mais leves e tomados como insignificantes, como as embalagens plásticas. Elas passeiam pelas praias, tremulam penduradas às árvores, convivem ao lado da civilização nos arbustos do Saara. E elas flutuam pelos mares. O programa da ONU de Meio Ambiente estima haver 18.000 peças de lixo plástico por quilômetro quadrado no oceano. A maior parte desses detritos se encontra abaixo da superfície, desaparecendo aos olhos humanos, mas não à natureza, sendo que 70 por cento acaba no fundo oceânico. Um pedaço grande de lixo divide-se em pequenas partes, que, muitas vezes, por um longo tempo flutuam na água, sendo confundidas com plâncton pelos peixes - que morrem de estômago cheio. "Para cada parte de plâncton, existem 6 partes de plástico" diz no filme o oceanógrafo e defensor do meio ambiente, o americano Charles Moore. Ele levou Werner Boote em seu barco de pesquisa "Algalita" ao centro da poluição no Pacífico - Norte, a sudeste do Havaí. Lá há um imenso redemoinho com pequenos pedaços de lixo plástico, o North Pacific Gyre: no local existem 60 partes de detritos para uma de plâncton.
Grande parte disso vai para os estômagos das aves marinhas. "Longe da civilização e do turismo, mais ou menos na costa do território dinamarquês nas Ilhas Faroé, pesquisadores encontraram pedaços de plástico nos estômagos de mais de 90 dos pássaros mortos" a Gesellschaft zum Schutz der Meeressäugertiere, a GSM (ou Sociedade de Proteção aos Mamíferos Marinhos, em português). Mais de um milhão de aves marinhas e milhares de tartarugas morrem todos os anos em decorrência do lixo plástico, afirma a GSM, e até mesmo os pais alimentam os filhotes com o material, confundindo-o com comida.
O mundo plástico também deixa há algum tempo marcas no próprio homem: tanto as desejadas - como o silicone enxertado nos seios femininos - quanto o contrário, através de poluentes no sangue, fígado, cérebro e órgãos sexuais.
Bisfenol A, ftalatos, nonilfenóis e acetaldeídos são alguns dos poluentes e grupos de produtos tóxicos feitos de material sintético e que causam danos ao meio ambiente e podem levar à problemas de saúde. A exemplo do Bisfenol A, mostrado no filme: de uso muito difundido, ele é a base do policarbonato, que é utilizado para a produção de louça plástica e mamadeiras. O elemento não é um veneno poderoso, mas faz parte do grupo de substâncias que podem ter efeitos hormonais - como o estrogênio. Em ratos de laboratório, ele alterou o material genético.
Para proteger o homem dos efeitos negativos do mundo plástico, existe para o bisfenol A, ftalato e outros elementos, quantidades máximas para o consumo diário ou liberação no meio ambiente, embora, de qualquer maneira, ainda não sejam conhecidos os efeitos de qualquer material sintético, uma vez que ainda não foram devidamente pesquisados.
À moda do provocante diretor Michael Moore, Werner mostra aos espectadores - de forma chocante e sem papas na língua - as imagens do planeta de plástico e seus materiais que são onipresentes no dia-a-dia. Todos os dias, logo após levantar.


O site do filme: www.plastic-planet.de

O Problema das Sacolas Plásticas

O Rio gasta R$15 milhões por ano dragando os Rios por causa de plásticos!!!!
Eu tava lendo o blog da Miriam Leitão no Globo Online e vi um post de fevereiro que vale a pena ser comentado. Ela estava falando da queda do dólar e o problema das sacolas plásticas. Às vezes a gente nem se dá conta da quantidade de sacolas plásticas que usamos no cotidiano. O pior é que a gente nem pensa em onde elas vão parar depois! Abaixo está uma parte do post da Miriam Leitão:
"Muita gente não se dá conta, mas as sacolas plásticas são um problemão. Só para se ter uma idéia, calcula-se que no mundo 1 milhão de sacolas plásticas são descartadas por minuto. No Brasil, 10% do lixo são de sacolas plásticas. No Rio, consome-se 1 bilhão de sacos plásticos por ano e 90 milhões de garrafas PET. O Rio gasta R$ 15 milhões por ano dragando os rios para tirar o plástico que entopem tudo. Cada brasileiro consome 19 quilos de sacolas plásticas por ano. Até as degradáveis possuem metais pesados na composição que contaminam o lençol freático. Alemanha, Dinamarca e até a China baniram as sacolas plásticas nos supermercado. O bom mesmo seria voltar ao velho hábito de levar sacolinhas de pano para as compras."

Agora, imaginem se esses R$15 milhões pudessem ser usados, em vez de na dragagem dos rios, em educação!



Poderiámos reformar escolas públicas, colocar computadores, salas de projeção de filmes para as crianças. Tanta coisa boa poderia ser feita com os nossos R$15 milhões por ano se a gente pararasse de usar sacolas plásticas e adotasse a velha sacola de pano...


Postagem de autoria do blog: http://polivox.org/node/85

Um pouco mais sobre o EDAMPRA.

 O aumento alarmante da geração de resíduos sólidos vem preocupando a comunidade internacional á muitos anos, em função aos danos ambientais produzidos pela inadequada disposição dos mesmos.
 Algumas conferências mundiais debateram problemas relacionados á gestão dos resíduos sólidos na região costeira e os problemas relacionados, entre essas conferências mundiais podemos destacar: A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar em 1982, dez anos depois, A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento a então conhecida ECO 92.
  A Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982, sem a menor dúvida, é um marco do direito internacional. Num único instrumento, bem compartimentado, de muitos artigos e de caráter inegavelmente universal, consolidaram-se muitas regras de direito do mar e marítimo, bem como se estabeleceram regras ao direito internacional para definir juridicamente todos os elementos físicos que compõem o Mar, sem descuidar de regras de preservação do meio ambiente marinho, objeto deste projeto.
  A Conferência das Nações Unidas sobre meio Ambiente e Desenvolvimento a eco-92, discutiu-se, principalmente, uma forma de se promover o desenvolvimento sustentável. A eco-92 caminhou para acordos sobre a preservação ambiental e trouxe resultados expressivos, como a elaboração da Carta da Terra e a Agenda 21. A Agenda 21 constituiu-se em um marco para nortear a pratica de ações públicas e privadas sob o conceito de Desenvolvimento Sustentável. A Agenda 21 estabeleceu as bases das novas concepções de desenvolvimento, ao compatibilizar o atendimento das necessidades presentes, sem comprometer os recursos necessários á satisfação das gerações futuras.
 O objetivo maior da Agenda 21 é incentivar atividades econômicas em harmonia com o meio ambiente, promovendo a melhoria da qualidade de vida de toda a sociedade. Desta forma, o Desenvolvimento Sustentável envolve três vertentes: a econômica, a social e a ambiental. Ou seja, o novo padrão estabelecido pela Agenda 21 busca a harmonização dos objetos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica. (Manual de gestão urbana – 2010).
 O capitulo 17 da Agenda 21 é destinado á “Proteção dos Oceanos, Todos os Tipos de Mares, Incluindo os Fechados e Semifechados, e Áreas Costeiras, Proteção e Uso Racional e Desenvolvimento dos seus Recursos Vivos”, sendo o mais longo e, talvez, o mais complexo, ressaltando em sua introdução um ponto que permeia todo o capitulo: a necessidade de uma nova abordagem, de caráter integrador, para gestão das áreas costeiras e marinha, sem fragmentação de ações e tendo, ainda, um conteúdo no sentido de precaução e antecipação. É divido em sete programas: Gestão integrada e desenvolvimento sustentável das áreas costeiras, incluindo as zonas econômicas exclusivas, Proteção do ambiente marinho, Uso sustentável e conservação dos recursos vivos marinhos de alto mar, Uso sustentável e conservação dos recursos vivos marinhos sob jurisdição nacional, Analise das incertezas criticas na gestão do ambiente marinho e mudança do clima, Fortalecimento da cooperação e coordenação internacional, incluindo a regional, Desenvolvimento sustentável de pequenas ilhas. (Calisto – 2000).

 Para que haja um controle da problemática do lixo e necessária a execução de ações que devem ser planejadas de forma racional e integradas, levando a um gerenciamento adequado do lixo, que é um dos serviços municipais de maior visibilidade por seus efeitos imediatos, representa boa aceitação da administração municipal por parte da população, assegura saúde e bem estar e significa economia de recursos públicos, além de vir ao encontro de um desejo maior que é a melhoria da qualidade de vida da geração atual e das futuras e conscientização do meio ambiente. (Ana helena mousinho caldas – 2010).
 A definição de poluição marinha pelo artigo primeiro da convenção do Direito do Mar de 1982 diz:

      “significa a introdução pelo homem, direta ou indiretamente, de substancias ou de energia no ambiente marinho, incluindo os estuários sempre que a mesma provoque ou possa vir a efeitos nocivos, tais como danos aos recursos vivos e vida marinha, riscos a saúde do homem, entrave as atividades marítimas, incluindo a pesca e as outras utilizações legitimas do mar, alteração da qualidade da água do mar, no que se refere a sua utilização e deterioração aos locais de recreio.” (Calisto-2000).
 O controle da poluição marinha este intimamente ligado a gestão ambiental e ao processo de tomada de decisão para o gerenciamento da zona costeira, fazendo-se necessário a participação da sociedade em suas diferentes formas de organização. E a educação ambiental se enquadra no contexto para propor uma maneira menos impactante no meio, na interação entre homem e meio ambiente.
 O lixo marinho pode custar caro para as comunidades costeiras, pois ocasiona perdas estéticas e turísticas e da qualidade da água das praias ou pelos custos para limpeza pública e das doenças associadas ao lixo. O lixo nas praias resulta em problemas a fauna e flora marinha, prejuízos para a economia de municípios costeiros e riscos aos frequentadores de praias.
 Quanto aos problemas relacionados á atividade da pesca, os resíduos no ambiente marinho prejudica embarcações, matam animais da fauna marinha, prejudicando a cadeia alimentar gerando diminuição de biomassa pescada esses fatores representam problemas econômicos locais devido a pesca representar grande parte da economia da região.
 Entre os problemas representados para a fauna marinha, destacamos dois tipos: o enroscamento de organismos marinhos e a ingestão de resíduos por animais marinhos.
 Outro fator que representa riscos a vida marinha relacionado com o lixo marinho é a disposição incorreta de resíduos como pilhas, baterias e resíduos agrícolas, pois liberam compostos químicos que se acumulam a cada nível trófico chegando a atingir o homem.
 O lixo acumula-se e traz problemas para a saúde em virtude da proliferação de parasitas e surgimento de doenças. O problema do lixo jogado indiscriminadamente nas praias junto com o entendimento dos frequentadores sobre o meio ambiente pode gerar ações voltadas á educação ambiental.

 De acordo com o citado acima se pode dizer que atualmente um dos grandes problemas das áreas costeiras este intimamente relacionado ao entendimento dos frequentadores de praias sobre o meio ambiente. Esta carência traz perdas paisagísticas e turísticas, problemas ambientais e perdas econômicas, este por sua vez pode atingir áreas distantes já que o lixo pode ser levado a outros lugares por correntes marítimas.
 Considerando os frequentadores como responsáveis de uma porcentagem do problema, este trabalho busca conscientizar e sensibilizar os mesmos para a possível diminuição do problema.

O lixo básico de fim de feira e suas conseqüências nos ambientes marinhos.

É muito simples falar de poluição marinha, relacionando materiais sintéticos, a exemplo:
Plásticos. Um grande problema que pouco é discutido está relacionado com ás feiras livres, ou seja, em ruas das cidades. Você deve estar se perguntando. “Como assim uma simples feira, pode ocasionar danos aos ambientes marinhos?”
 Pare e pense!
Geralmente nestas feiras, os participantes das mesmas (vendedores e clientes), acabam jogando lixo nas ruas. Esses materiais em sua maioria são coletados pelos serviços de limpeza publica, mas olhe só!
Os materiais sempre vão ou são depositados fora da área que ás ruas são varridas e acabam parando em bueiros e conseqüentemente, chegam nos ambientes aquáticos, prejudicando á fauna e a flora. Muitos problemas estão relacionados a materiais plásticos, como: Asfixia inanição e estrangulamento, de animais destes ecossistemas. Ainda liberam Bisphenol A, que é cancerígeno e nos elos de consumo destes ecossistemas, estamos no topo da pirâmide, portanto estamos ingerindo e estamos expostos á compostos cancerígenos.


Uma possível solução, não demanda gastos públicos ou privados, mais sim educação e educar nossos futuros substitutos.


Vejam algumas fotos na qual tirei, em uma feira próxima a minha casa.











Até que ta mais ou menos, mas é porque ainda é cedo, depois de umas 4 horas de feira a coisa fica pior. Segunda dia 10 de Outubro, publicarei umas imagens de uma feira em Santo André. Aquela sim é muito suja.


Atitudes Simples fazem a diferença

Oi pessoal nesta postagem trago uma informação importante. Vejam...

Lixo jogado nas ruas acentua poluição dos rios Tietê e Pinheiros em SP

300 toneladas de resíduos são coletadas todos os dias só com a varrição.
Algumas ruas da cidade chegam a ser varridas dez vezes diariamente.
Mais de um terço da poluição dos rios Tietê e Pinheiros vem do lixo que as pessoas jogam na rua. Em toda a cidade de São Paulo, o número de resíduos coletados é impressionante: são 300 toneladas todos os dias, apenas com a varrição das calçadas.
As 4 mil pessoas que participam da limpeza de 6 mil quilômetros da capital paulista encontram de tudo: pote de iogurte, fralda descartável, garrafa de água. O varredor Francisco Assis já encontrou R$ 200 no chão durante a limpeza. A campeã de sujeira, entretanto, é a bituca de cigarro.
E o lixo não está restrito à periferia. Em plena Avenida Paulista, cartão postal da cidade, é possível ver detritos espalhados pela calçada. Quando flagradas jogando lixo no chão, as pessoas desconversam, procurando desculpas. E boa parte da sujeira é encontrada próxima a lixeiras. “Se todo mundo jogar lixo [na rua] não vai adiantar dinheiro nenhum, prefeitura nenhuma para manter a cidade limpa”, disse o administrador José Geraldo Ubaldo. 
 No Centro da cidade, as ruas chegam a ser varridas até dez vezes por dia. “Vai tudo para os bueiros, fica entupindo, dando enchente, e depois ficam reclamando do governo”, disse o técnico de trânsito José Benedito da Silva.
Na região da Rua 25 de Março a questão do lixo é séria e precária. As barracas espalhadas pela rua ficam cercadas de lixo. Alguns ambulantes montam lixeiras improvisadas com sacos de lixo, mas não é o suficiente.
Para tentar agilizar o trabalho de limpeza, alguns varredores fazem uma adaptação de suas vassouras. José Geraldo Ferreira tira folhas de coqueiro para montar a sua, que fica bem maior e limpa um maior espaço em menos tempo. Mesmo assim, seu trabalho não é fácil. “Tem gente que joga lixo no chão quando estamos varrendo. E quando a gente reclama eles querem briga, então tem que deixar para lá.”
No fim, tudo é uma questão de educação. “Se a criança tiver uma boa educação ela não vai fazer isso na rua. Se os pais explicarem, falarem para colaborar na limpeza não vai acontecer isso nunca”, opina a auxiliar de limpeza Adriana Bertolli.
UMA SIMPLES ATITUDE PODE FAZER A DIFERENÇA, BASTA A EDUCAÇÃO PARA QUE OS ECOSSISTEMAS AQUÁTICOS FIQUEM EM PAZ. LEMBRANDO QUE DEPOIS ESTES RIOS DESAGUAM NOS MARES E OCEANOS FORMANDO LIXOES.

 VEJAM ESTE VIDEO.

O lixão do pacífico

Cada vez mais aumenta o numero de pessoas que vão para a praia. Porem este fato esta ajudando a degradar cada vez mais o nosso planeta, pois quando vão à praia algumas pessoas acabam deixando lixo nas praias que acabam indo para o mar e ficam aprisionados por giros oceânicos tornando alguns pontos em lixão.
Este fato é preocupam-te, pois a maioria dos materiais é plástica e demoram em se decompor e quando se decompõem liberam substancias  tóxicas que prejudicam a balneabilidade das águas. Outro grande impacto é ao ambiente, pois animais acabam confundindo os plásticos com alimento e geralmente morrem por asfixia ou inanição.
O plástico dificulta até na produção de oxigênio produzido pelo plâncton, pois ficam na superfície e acabam diminuindo a quantidade de luz penetrante no mar sendo assim mais uma forma de agravamento do aquecimento global. Você deve estar pensando que isso não seja verdade, mais é, pois, somente no lixão do pacifico na sua superfície a seis vezes mais plásticas do que plâncton e o tamanho do lixão é considerável, aproximadamente do tamanho de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas gerais e Goiás.  Lembrando também que não a somente o lixão do pacifico mais em mares e outros oceanos.

Esta imagem mostra o lixão do pacifico e no lado direito mostra que a camada de lixo flutuante atinge 10 metros de profundidade, mais não é só plástico, pois vidros e matais são pesados e acabam afundando. Cerca de 20% do lixão deste lixão é proveniente de embarcações, plataformas de petróleo e atividade marítimas de menor porte, e 80% são provenientes das atividades no continente.
Esta imagem é para termos uma melhor percepção do problema. A área circulada é o lixão do pacifico.


E muitas vezes o lixo acaba indo parar em ilhas as prejudicando e degradando todo seu ecossistema e atividades financeiras que geralmente são a pesca.
E para que isso diminua devemos expandir esta preocupação e conscientizar muitas pessoas.





Educação Ambiental na praia de Peruibe

Um dia muito ensolarado, muitos freqüentadores se divertindo e a soma de tudo isso é muito LIXO, plásticos, metais e outros em menor quantidade.
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Foi Feito uma pesquisa com os freqüentadores para avaliar qual tipo de lixo que os mesmos produzem em maior quantidade quando vão a praia e avaliar outras coisas.
Vejam essa pergunta :

2- Que tipo de lixo você costuma produzir em maior quantidade quando vai a praia?
(A) Plásticos em geral (exemplo: garrafas pet, saquinhos de bolacha e salgadinhos).
(B) Papel (exemplo: jornal, guardanapo e papel higêico).
(C) Vidro (exemplo: garrafas de bebidas).
(D) Metais (exemplo: latas de bebidas ou de alimentos).
(E) Orgânico (exemplo: restos de alimentos).


Vejam os resultados abaixo.
Plásticos 49%
Papel 9%
Vidro 6%
Metais 30%
Orgânico 6%


Estes resultados comprovam diversas descobertas sobre a poluição marinha, como os lixões nos oceanos que são formados por muito plástico, prejudicando a fauna e flora marinha.




Este vídeo mostra o lixão do pacifico que é um local onde se concentra grandes quantidades de lixo prejudicando a fauna marinha.
Este vídeo mostra bem um grande problema 

Problemas resultantes do lixo na fauna marinha

MUITOS PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE ANIMAIS DA FAUNA MARINHA, TEM  SIDO UMA IMPORTANTE FERRAMENTA PARA A PRESERVAÇÃO DA BIODVERSIDADE, ENTRE ESSES PROJETOS DESTACAM-SE O PROJETO TAMAR E O GREMAR REVIVA QUE REABILITAM OS ANIMAIS AFETADOS (GREMAR REVIVA) E PRESERVÃO OS LOCAIS DE DESOVA (PROJETO TAMAR).  MAIS ALGO FUNDAMENTAL É A DIMINUIÇÃO DOS RESIDUOS SÓLIDOS QUE SÃO DEIXADOS EM PRAIAS POR FREQUENTADORES LEIGOS NO ASSUNTO.
 O EDAMPRA TEM COMO FOCO SENSIBILIZAR E ORIENTAR OS FREQUENTADORES, PARA UMA POSSIVEL REFLEXÃO SOBRE O PROBLEMA, DIMINUINDO OS IMPACTOS RELACIONADOS AO TURISMO EM REGIÕES COSTEIRAS.
 UM DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS É O PLASTICO QUE É CONFUNDIDO COM ALIMENTO POR TARTARUGAS, AVES E MAMIFEROS MARINHOS E QUE SUA INGESTÃO RESULTA EM MORTE POR ASFIXIA .

Albatroz: moreu por ter ingerido grande numero de lixo hospitalar.
Esta tartaruga prejudicada por enredamento.



Este vídeo mostra uma ong de reabilitação de animais um trabalho muito importante para preservação da biodiversidade.
 As Praias do Brasil tão se tornando um grande deposito de lixo.



Este vídeo mostra um pouco sobre o problema e vejam que o lixo vem de diversas fontes e as vezes muito distantes.